
segunda-feira, 28 de Setembro de 2009
sábado, 26 de Setembro de 2009
domingo, 30 de Agosto de 2009
Morta - Viva .. Obrigado aos amigos que não foram ao meu funeral
Ser dada como morta no sistema informático de um hospital público em 2008 , ter estado posteriormenete mais três vezes nas urgências e à quarta vez estar em SO e não conseguirem fazer a inscrição porque o sistema ainda dava óbito sem autopsia lol... Passado uma semana ir marcar a consulta externa de cardiologia e continuar morta ... é demais ! mas enfim eu estou aqui vivinha e a aturar cada uma .....
sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
Gilda e o Duque ( Bárbara Barradas e Marcos dos Santos)
A BB como Gilda surpreendeu mas todos estiveram muito bem, fazer uma ópera ao ar livre com vento e frio é preciso ser -se corajoso.
sábado, 15 de Agosto de 2009
A minha filha Bárbara na sua primeira Ópera - Rigoletto de G.Verdi,será Gilda

Festival de Ópera em Óbidos, Cerca do Castelo , Sexta - Feira, 21 de Agosto, 21.30
PROGRAMA
Giuseppe Verdi (1813-1901), música
Francesco Maria Piave (1810-1876), libreto
Rigoletto [ópera em três actos]
Carmelo Corrado Caruso, Rigoletto
Marco Alves dos Santos, Duque de Mântua
Bárbara Barradas, Gilda
Nuno Dias, Sparafucile
Maria Luísa de Freitas, Maddalena
Cátia Moreso, Giovanna
Dário Russo, Monterone
José Corvelo, Marullo
Tiago Sepúlveda, Borsa
Diogo Oliveira, Conde Ceprano
Sofia Castro, Condessa Ceprano/Pajem
PROGRAMA
Giuseppe Verdi (1813-1901), música
Francesco Maria Piave (1810-1876), libreto
Rigoletto [ópera em três actos]
Carmelo Corrado Caruso, Rigoletto
Marco Alves dos Santos, Duque de Mântua
Bárbara Barradas, Gilda
Nuno Dias, Sparafucile
Maria Luísa de Freitas, Maddalena
Cátia Moreso, Giovanna
Dário Russo, Monterone
José Corvelo, Marullo
Tiago Sepúlveda, Borsa
Diogo Oliveira, Conde Ceprano
Sofia Castro, Condessa Ceprano/Pajem
SINOPSE
Acto 1
Salão do palácio do Duque de MântuaNo palácio do Duque de Mântua acontece um baile. A música preenche o salão. O Duque conversa alegremente sobre suas aventuras e conquistas amorosas com o cortesão Borsa. Fala, em especial, da sua mais recente aventura: há três meses, uma bela jovem é observada por ele. Mas, até aquele momento, a oportunidade que teve de vê-la foi na igreja, ela desconhece quem ele é. O Duque conta que ela mora em uma pequena vila e um homem desconhecido a visita todas as noites. Entre os convidados estão o Conde e a Condessa de Ceprano. O Duque encanta-se com a beleza da Condessa e canta sobre seus amores momentâneos. De um lado, o Duque faz reverências à beleza da Condessa, de outro, o Conde, seu marido, é ridicularizado por Rigoletto, que acaba de entrar. De seguida, entra Marullo, que reúne outros cortesãos para contar um grande segredo: o corcunda Rigoletto, o bobo da corte, tem uma amante! A gargalhada é geral entre todos os presentes. O Duque e Rigoletto retornam. Na presença de Ceprano, Rigoletto insinua maneiras pelas quais o Duque poderia afastar o Conde e, assim, seduzir sua esposa. Rigoletto, quando chega a ponto de sugerir que o Conde fosse executado, o irado Ceprano, embravece num impulso de desafiar um duelo. Outros cortesãos demonstram repúdio e desprezo pelo repugnante e debochado Rigoletto. O Duque, nesse momento, mostra-se irritado. De repente, surge Monterone, que acusa energicamente o Duque de ter desonrado sua filha. Rigoletto, numa atitude desprezível, faz zombaria do infeliz homem, imitando Monterone. Este jura vingança e amaldiçoa Rigoletto pela atitude indigna, ao rir da mágoa de um pai. Rigoletto, nesse momento, mostra-se perturbado e com medo. Todos ficam irritados com Monterone, por ter acabado com a festa.
Cena II
É noite. Beco escuro entre a casa de Ceprano e Rigoletto.Rigoletto recorda a maldição de Monterone com uma estranha sensação, talvez um mau pressentimento. Aproxima-se Sparafucile, oferecendo seus serviços como assassino profissional. Suas vítimas são atraídas à sua casa por sua irmã, Maddalena. Rigoletto recusa tais serviços, mas aquele encontro fá-lo reflectir. Só, Rigoletto recorda sua vida, as humilhações pelas quais já passou por ser aleijado e bobo da corte. Somente o amor de sua filha, Gilda, o torna mais terno e mais humano. Encontro de Gilda e Rigoletto. Rigoletto está perdido em pensamentos. Ela pede que o pai conte sobre o seu passado, deseja saber o nome da sua mãe. Rigoletto fala das suas desgraças e do amor perdido. Gilda é a única alegria que tem. Energicamente, ele diz para Gilda não sair jamais de casa desacompanhada e reforça o pedido à governanta. Pede a Giovanna que esteja sempre atenta à filha. Rigoletto sai e, sem ser visto, o Duque chega. Suborna Giovanna para deixá-lo entrar. Gilda encontra-se apaixonada pelo Duque, que é belo e jovem e que ela acredita ingenuamente ser um estudante. Gilda nada contou ao pai sobre essa paixão. Nesse encontro, o Duque faz juras de amor. Gilda está encantada e indefesa pelo amor. Ouvem-se os passos de Ceprano e dos outros.
O Duque, que receia ser descoberto, pensa em fugir. No escuro, Ceprano, Marullo e outros cortesãos se encontram com o objectivo de raptar a amante de Rigoletto. Rigoletto chega e pensa que quem está a ser levada a Condessa de Ceprano, com os olhos vendados. Ele participa da acção ao ajudar a segurar a escada. Quando partem, Rigoletto tira a venda dos olhos. É tarde. Lembra angustiado da maldição de Monterone.
Cena II
É noite. Beco escuro entre a casa de Ceprano e Rigoletto.Rigoletto recorda a maldição de Monterone com uma estranha sensação, talvez um mau pressentimento. Aproxima-se Sparafucile, oferecendo seus serviços como assassino profissional. Suas vítimas são atraídas à sua casa por sua irmã, Maddalena. Rigoletto recusa tais serviços, mas aquele encontro fá-lo reflectir. Só, Rigoletto recorda sua vida, as humilhações pelas quais já passou por ser aleijado e bobo da corte. Somente o amor de sua filha, Gilda, o torna mais terno e mais humano. Encontro de Gilda e Rigoletto. Rigoletto está perdido em pensamentos. Ela pede que o pai conte sobre o seu passado, deseja saber o nome da sua mãe. Rigoletto fala das suas desgraças e do amor perdido. Gilda é a única alegria que tem. Energicamente, ele diz para Gilda não sair jamais de casa desacompanhada e reforça o pedido à governanta. Pede a Giovanna que esteja sempre atenta à filha. Rigoletto sai e, sem ser visto, o Duque chega. Suborna Giovanna para deixá-lo entrar. Gilda encontra-se apaixonada pelo Duque, que é belo e jovem e que ela acredita ingenuamente ser um estudante. Gilda nada contou ao pai sobre essa paixão. Nesse encontro, o Duque faz juras de amor. Gilda está encantada e indefesa pelo amor. Ouvem-se os passos de Ceprano e dos outros.
O Duque, que receia ser descoberto, pensa em fugir. No escuro, Ceprano, Marullo e outros cortesãos se encontram com o objectivo de raptar a amante de Rigoletto. Rigoletto chega e pensa que quem está a ser levada a Condessa de Ceprano, com os olhos vendados. Ele participa da acção ao ajudar a segurar a escada. Quando partem, Rigoletto tira a venda dos olhos. É tarde. Lembra angustiado da maldição de Monterone.
Acto II
Palácio do DuqueO acto inicia com o Duque desolado por não ter notícia do seu anjo. O Duque descobriu que Gilda foi raptada. Entra em desespero; deseja encontrá-la para confortá-la. Os cortesãos, com sabor de vitória, contam como prenderam a amante do corcunda. Rigoletto aparece demonstrando indiferença, mas no seu íntimo reina um enorme desespero para encontrar sua filha. Sem querer, com a chegada de um pajem, ele descobre que o Duque está com Gilda. Totalmente fora de si, Rigoletto tenta forçar seu caminho até o Duque. Ele é afastado e, nesse momento, roga para que ela seja liberta. Gilda, em lágrimas, é trazida até o pai. Ela confessa sua ligação com o Duque e que lhe havia tirado a honra. Monterone, ao ser conduzido à prisão, esbraveja contra a impunidade do Duque. Entretanto, Rigoletto jura que haverá, sim, uma vingança. Não existem outros pensamentos para ele, mesmo com as súplicas de Gilda, pois seu único motivo a partir de agora é vingar-se.
Acto III
Uma hospedaria afastada da cidade. É noite.Rigoletto, que havia pago Sparafucile para assassinar o Duque, vai com Gilda até um ponto onde poderiam observar tudo que se passa dentro da casa. Gilda, ao longe, vê o Duque, disfarçado, a ir ao encontro de mais uma de suas aventuras amorosas. O Duque canta cinicamente a canção que expressa seu desprezo pelas mulheres. Enquanto isso, Rigoletto e Sparafucile planejam o assassinato. Maddalena é chamada e flerta com o Duque. Gilda não tem como evitar a cena do Duque com Maddalena, pois é forçada a olhar. O Duque com Maddalena diverte-se, a corteja. Gilda amargura-se com as sombrias ameaças de Rigoletto. Maddalena, com pena do jovem, tenta convencer Sparafucile a matar outra pessoa em vez do Duque. Rigoletto vai embora e pede para que a filha saia da cidade. Gilda retorna, pois fica a saber dos planos para o Duque e resolve sacrificar-se pelo amado. Ela vai ao encontro de Sparafucile, que se esconde atrás de uma porta aguardando com uma faca o momento para executar o assassinato. A porta abre-se. Tudo está escuro. A vítima está escondida num saco. Muito feliz por estar a concretizar sua vingança, Rigoletto está ansioso por jogar o saco no rio, quando, para seu horror, ouve a voz do Duque ao longe cantarolando. Rigoletto abre o saco e vê sua filha agonizando. Ela lhe implora o perdão e morre. Rigoletto está transtornado, infeliz, a maldição de Monterone foi cumprida.
Etiquetas:
barbara barradas,
RigolettoFestival de ópera de Óbidos
sexta-feira, 31 de Julho de 2009
sábado, 25 de Julho de 2009
terça-feira, 21 de Julho de 2009
domingo, 19 de Julho de 2009
quarta-feira, 15 de Julho de 2009
Tertulia De Julho
A Ultima deste ano ... tenho pena de o Mrs Linky não ter salvo o meu registo... mas eu participarei na mesma dedicando esta blogagem à minha AMIGA ELLEN, QUE SE EVIDENCIOU PELO seu DOTE de POETISA e blogueira profissional
SE O NOSSO OLHAR FOR DIFERENTE
Podemos olhar o mundo
Da forma que se quiser
Se esse olhar tiver amor
Podemos ser um pintor
E o quadro acontecer
Se o nosso olhar for diferente
Vê beleza onde não há
É como dar um abraço
Sem tristeza nem cansaço
No sorriso que se dá
Nas côres do sonho, feliz componho
Uma canção
Estrela polar a quem vou dar
O coração
Porque é na côr do meu amor
Que eu acredito
Com um olhar posso pintar
Um Mundo mais bonito
Numa paleta de vidro
Tão frágil como as crianças
Podemos pintar a Lua
Dizer que ela é minha e tua
E encher de luz as esperanças
Seria a porta da vida
Aberta de par em par
E esta canção que canto
Seria fonte de encanto
Onde descanso o olhar
Autora: A. P
SE O NOSSO OLHAR FOR DIFERENTE
Podemos olhar o mundo
Da forma que se quiser
Se esse olhar tiver amor
Podemos ser um pintor
E o quadro acontecer
Se o nosso olhar for diferente
Vê beleza onde não há
É como dar um abraço
Sem tristeza nem cansaço
No sorriso que se dá
Nas côres do sonho, feliz componho
Uma canção
Estrela polar a quem vou dar
O coração
Porque é na côr do meu amor
Que eu acredito
Com um olhar posso pintar
Um Mundo mais bonito
Numa paleta de vidro
Tão frágil como as crianças
Podemos pintar a Lua
Dizer que ela é minha e tua
E encher de luz as esperanças
Seria a porta da vida
Aberta de par em par
E esta canção que canto
Seria fonte de encanto
Onde descanso o olhar
Autora: A. P
domingo, 5 de Julho de 2009
Diante da minha mãe não.....
Ai que saudades deste Tony e desta Maria, de os ouvir, ver e claro tambem de todo o espetaculo e elenco
sexta-feira, 3 de Julho de 2009
EM MEMORIA A TODOS OS CAES , NOSSOS AMIGOS FIEIS

FAZ HOJE UM ANO QUE O MEU PRIMEIRO CÃO , UM LABRADOR DE 4 ANOS , LINDO ESPECIAL , MORREU ENVENENADO POR UM PSICOPATA AINDA À SOLTA , DEPOIS DO MEU NOOKY MAIS 7 CAES MORRERAM NA MINHA ZONA DE IGUAL MODO, ESPERO QUE O UNIVERSO FAÇA JUSTIÇA ....
terça-feira, 30 de Junho de 2009
quarta-feira, 17 de Junho de 2009
terça-feira, 16 de Junho de 2009
quarta-feira, 10 de Junho de 2009
sábado, 30 de Maio de 2009
sexta-feira, 29 de Maio de 2009
Quero fechar esta porta
Mergulho bem fundo
e procuro por mim
vou esquecer o mundo
e tudo o que me deixou só assim
vou esquecer o mundo
e tudo o que me deixou só assim
Vagueio na incerteza
as cartas estão sobre a mesa
mas já ninguém vai ganhar
Somos escravos dos medos
que nos fogem entre os dedos
e não sabemos agarrar.
domingo, 24 de Maio de 2009
Num só abraço

Há em mim fontes de alegria
Gosto de oferecer toda a ternura
Que semeio hora a hora, dia a dia,
Depois esqueço o que fala de amargura
Gosto do Sol, da chuva e do frio,
De partir a Lua se estou triste
De cortar o gelo com um fio
E fingir, fingir que só o amor existe
Num só abraço,
Sinto que faço algo melhor
Canto a canção num coração
Cheio de amor
Num só abraço,
Mora o regaço, alma de gente
Ribeiro manso onde descanso
Suavemente
Quero voltar as costas à demência
Deste mundo louco que me arrasta
Calar com beijos toda a violência
E amar até ter a alma gasta
Fazer o despertar dos meus sentidos
Num grito que pareça não ter fim
Juntar num só abraço os esquecidos
A quem dou amor que está em mim
Autora: Alexandrina Pereira
quinta-feira, 21 de Maio de 2009
Poema- Ao Teu LAdo
Mais um dia passou por mim
E eu não sei onde estou
Disseste que ontem foi o fim
Do que ainda não acabou
Sabes que tu estás aqui
Entranhado no que eu sou
Agora só espero por ti
Para levar-te aonde eu vou
A esse mundo onde o Nós
É a força que nos faz correr
Onde nunca estamos sós
E damos voz ao nosso querer
Hoje eu só quero dizer:
Se um dia não chegar
Para te dar tudo que tenho guardado
Talvez tu vás voltar
Para eu me dar e ficar só a teu lado
Se uma porta se fechou
Há sempre uma janela por abrir
Este fogo não se apagou
E aquece o nosso sentir
E nos faz sonhar
Sorrir, lutar, viver
Para um novo acordar
Onde ainda podemos vencer
Autor: Rui Vasconcelos
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